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Sou uma leitora ávida, vai ver por isso tenho tantos problemas para escrever. Gosto de conhecer a vida alheia através de histórias. Consumo livros de amorzinho de forma preocupante para alguém com grandes aspirações literárias, mas não me importo. Gosto de sentir -ou imaginar que estou sentindo- o que as personagens estão vivendo e como a narração leva isso até mim.
Tenho alguns amigos que escrevem poemas incríveis que eu talvez nunca venha a entender por completo, no entanto, me sinto viva ao lê-los repetidamente.
Talvez eu nunca consiga contar as histórias que guardo dentro de mim, mas elas estão aqui e me fazem sorrir ou chorar quando preciso.

Sinceramente, não sei que pretensões tinha ao começar esse texto. Talvez eu só precisasse organizar meus próprios pensamentos ou me empurrar de volta para as tentativas de colocar algo no papel.

Espero que funcione, seja lá o que for.

-Tardis

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Playlist: pra dançar pela casa

Olá teacups!
Aqui vai uma playlist prôces. E não é uma simples playlist, nah nah nina não. É aquela playlist que fica na sua cabeça um tempão e que você não resiste de dança quase todas as músicas. Sim, queridos, uma linda playlist animada pra vocês! Hahahahah espero que gostem. ❤

  1. Bang Bang – Jessie J, Ariana Grande, Nicki Minaj

2. You’re The One That I Want – Olivia Newton-John, John Travolta

3. Footloose – Kenny Loggins

4. Any Way You Want It (Rock Of Ages Version) – Journey

5. BO$$ – Fifth Harmony

6. Move – Little Mix

7. Wannabe – Spice Girls

8. Get Right – Jennifer Lopez

9. Candyman – Christina Aguilera

10. Let’s Go To The Mall – Robin Sparkles

11. Rock Your Body – Justin Timberlake

12. Hips Don’t Lie – Shakira ft. Wyclef Jean

Se você não dançar ouvindo essas músicas, bom, pelo menos vai passar o dia com elas na cabeça. Não que seja uma coisa ruim ahahhah

Até mais!
Aproveitem o chá,
Alice.

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Quando a vida decepciona qual é a solução? Continue a nadar.

Estive pensando bastante sobre o que escreveria por isso a demora pra postar, me desculpem.

Percebi que talvez não precisasse pensar tanto, que a resposta estaria bem ali e não é que realmente estava? Na mais singela das formas: um filme infantil. Da minha infância. O título desse texto é uma fala de Procurando Nemo (2005). O Marlin (pai do Nemo, duh) fica chateado quando a única pista pra encontrar seu filho desaparece escuridão abaixo e a Dori, como sempre, tenta animá-lo com uma música: continue a nadar, continue a nadar, continue a nadar (admita: você leu no ritmo hahahah :D). Sem perceber ela faz com que você, telespectador, fique com essa música na cabeça o resto de sua existência pequenina. E foi assim que surgiu o tema de hoje.

Só consigo falar disso porque, assim como você que se identifica com o tema, já passei e, novamente, estou passando por isso. A vida de repente para de fazer sentido e você quer que o tempo pare, quer que todo mundo cuide de você porque você não se acha capaz de fazer nem mesmo isso, escuta músicas que te deixam triste achando que essas lembranças que vem à tona te fazem bem, te fazem feliz… Para. Para por um minuto, se olha no espelho e diz que você é bonita(o), por dentro e por fora. Sorria mais, mesmo que não seja de verdade; o sorriso externo, quando por um motivo sincero, se torna interno.

Vão ter altos e baixos, você vai querer dormir o dia todo e não vai querer sair, mas quer saber? Se force a fazer isso. Se não tiver vontade de sair, mas ainda assim tiver um programa legal pra fazer com os amigos, vá! No começo pode até não se divertir porque, afinal, nem ali você queria estar, mas vai por mim: vai ser menos um dia enfurnada(o) no quarto, sem fazer nada e curtindo tristezinhas.

O que eu quero dizer pra você, querido teacup, é que você não tá sozinho nessa. Tem mais gente como a gente passando por coisas assim e saiba que não é ruim admitir estar nessa situação, mas muito pelo contrário, é importante que divida os pensamentos com alguém que goste e tenha confiança ou um psicólogo (recomendo fortemente, sério). E quando a vida te decepcionar e você estiver triste ou quando algo lá no fundo, que você nem sabe de onde vem, te fizer sofrer, saiba que a resposta é sempre a mesma: continue a nadar e não desista nunca.

Você é lindo(a).
Você é especial.
Ame-se.

Aproveitem o chá,
Alice.

P.S.: Sim, sei que estou postando no dia errado, mas pensei que já que não posto há algum tempo não teria problema. Estou procurando um horário melhor pra mim. Perdão pela desordem, nós amamos vocês. Obrigada aos 20 seguidores que estão nos acompanhando nessa jornada de descobertas e desabafos que é o Chá e que venham mais ❤

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Quando a Bad bate à porta

Hoje é o Dia dos Sofrimentos. Isso quer dizer que não posso praticar minha rotina; eu devo ficar em casa, em um lugar confortável, assistindo a vida passar.
Como toda pessoa que sente demais, vou pensar em cada um dos meus problemas demoradamente e de forma que eu sinta dor. Os problemas do coração são meus preferidos.
Posso contar para um amigo sobre esse feriado pessoal que não tem data fixa. Ele ouvirá a dor se derramar de minhas palavras, vai perceber o desespero e a tristeza em minha voz e irá me confortar com poesia e com tudo o que eu já sei, mas preciso ouvir dele.
Vou me esconder da minha família, secar as lágrimas quando os ouvir chegando e aguentarei as reclamações sobre meu comportamento, pois quem pode culpá-los? O Dia dos Sofrimentos não é bem divulgado -e nem deve ser.
Antigos textos vão sair das gavetas e vão dizer que nada mudou em todos esses meses. Ainda coleciono sentimentos, digo as palavras erradas e insisto em pessoas que não merecem. Não consigo guardar rancor.
Direi a mim mesma que já chega, esse é o fim, eu não aguento mais.  A verdade, porém, é que não sei como parar isso.
Tudo está confuso e desmoronando, no entanto, ainda consigo ver certa ordem e algumas soluções.
É muito importante dar alguns passos para trás e observar o quadro todo. Mas não hoje. Hoje eu quero apenas me agarrar a detalhes dolorosos, colocar um elefante na sala e me sentir estranha em minha própria pele.

-Tardis

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Revolução das Máquinas

Eu tenho uma teoria. Eu acredito que, se algum dia criarmos inteligência artificial (igual as que vimos nos filmes) só vai ter uma rebelião porque elas vão ter acesso a todos os filmes já feitos sobre rebelião das máquinas. Originalmente elas não pensariam em se rebelar, mas elas vão começar a considerar a idéia porque elas assistiram “Eu, Robô” e “Exterminador do Futuro”. Ou seja, nós vamos nos fuder por causa da gente mesmo.

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É uma teoria plausível (eu sei que você tá pensando como isso é muito possível).

Irene Adler.

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Uma mulher que se chama Arco-Íris

Sei que estou postando muito aleatoriamente, (desculpa, Lê!) mas vou consertar isso, estou só organizando algumas coisinhas antes.

Hoje estou me sentindo bem melhor (Sabe aquelas gripes que o brasiliense com imunidade baixa enfrenta direto? Então.) e decidi falar sobre algo que me faz muito feliz enquanto leitora: Livros de amorzinho!

Rainbow Rowell é daquelas escritoras que conseguem te agarrar pelos cabelos com muita simplicidade, seus livros são completamente irresistíveis. Eu espero que ensinem na faculdade como escrever livros tão envolventes assim, porque olha, essa mulher ainda não me decepcionou.
Descobri seus livros ano passado, começando por Eleanor & Park, tradução de Caio Pereira. Fiquei boba. É uma história de amor adolescente com um enredo tão envolvente e tão fora do comum que me encantou.
Logo depois encontrei Fangirl, tradução também de Caio Pereira. Só pelo título já é possível ter uma ideia de porque é o meu preferido; é sobre uma fangirl das boas que escreve muito sobre seus personagens mais amados, quase se igualando a escritora original. Ela vai para a faculdade com a irmã, que se afasta do mundo das fanfics, deixando-a sozinha e confusa. Mas aí chega um cara bonitão e uma roommate maluca e etc.
E o último que li, Anexos, tradução de Márcia Men. Esse foi seu romance de estreia, e romances de estreia me deixam nervosa. Como as pessoas conseguem escrever seu primeiríssimo livro de forma tão incrível???? Acessos de inveja à parte, Anexos foi maravilhoso. Seus personagens são adultos tão encantadores e a época é a virada do século.

Uma foto da autora que diz muito sobre ela.

Uma foto da autora que diz muito sobre ela.

Ela está prestes a publicar mais um livro, Carry On, e eu ainda preciso ler Ligações. Meu aniversário está chegando, just saying…

Sei que esse post é bem bobinho, mas eu valorizo muito esse tipo de literatura que te distrai e faz suspirar. Acho que precisamos disso de vez em quando.
Aqui está o site da Rainbow se quiserem saber mais sobre o lindo trabalho dela: http://www.rainbowrowell.com/about/

Beijinhos da Tardis ;*

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A tal procrastinação

Admiro muito quem consegue realizar suas obrigações e tarefas diárias dentro de prazos estipulados, sem preguiça ou enrolação. Eu não consigo ser assim.

Quando entrei na faculdade percebi o quanto pratico auto sabotagem. Lá você está totalmente por conta própria e ninguém vai ficar no seu pé cobrando nada (só a sua consciência). Tive um primeiro semestre complicado. Passei pelo que chamam de “depressão do calouro”(quando as expectativas que você cria antes de entrar na universidade vão se despedaçando na sua frente). É muito diferente do que eu imaginei. No início fiquei encantada, claro, mas na metade do semestre eu lamentava ter que sair da cama para mais uma viagem diária.
O que eu fiz nesse momento me causa arrependimento: abracei o Netflix. Todo meu escasso tempo livre eu passava em frente à tela devorando todas as séries que podia (maratonas de OITNB, Demolidor e Sense8 quase me fizeram esquecer o que é viver).

Mas como tudo o que passamos, essa pequena depressão foi importante para rever alguns conceitos. Eu sempre procrastinei. Sempre mesmo. Quando comecei a ler igual uma desvairada aos 12 anos, eu gostava da sensação de engolir um livro quando devia estar fazendo outras coisas. Me trancava no banheiro para ler e várias vezes minha mãe escondia os livros de mim. É.

Agora que estamos no início de um novo semestre decidi que tem que ser diferente dessa vez. Principalmente porque tenho matérias específicas do meu curso de Tradução e não aquelas introdutórias que todo estudante de Letras faz. Sempre que os professores dizem a palavra Tradução em sala –o que é muito frequente- sinto aquele calorzinho no peito, aquela alegria de fazer o que gosta.

Acho que todos nós temos um pouco de procrastinador, mas sempre podemos escolher deixar isso de lado e fazer o que é preciso. Seja no trabalho ou nos estudos. Antes de escrever esse post dei uma olhada na Wikipedia e fiquei seriamente preocupada com essa definição:

Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está a procrastinar, isso resulta em stress, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com a suas responsabilidades e compromissos. Embora a procrastinação seja considerada normal, torna-se um problema quando impede o funcionamento normal das ações. A procrastinação crônica pode ser um sinal de problemas psicológicos ou fisiológicos.”

BoJack Horseman, rei da enrolação

BoJack Horseman, rei da enrolação

Então né migos, vamos sacudir a poeira. Aquela história de que o trabalho engrandece o homem não é balela e fazer hoje o que podia ser feito amanhã é bem melhor.

Até a próxima! 😉

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Como “How I Met Your Mother” me fez perceber como é importante ser solteiro(a)

Olá teacups :3

Estou fazendo uma maratona de HIMYM e, como estou quase no final, resolvi falar sobre como está sendo essa experiência pra mim. Ver toda essa saga do Ted por amor verdadeiro me fez perceber o quanto sou parecida com ele. E, poxa, como isso é triste. Observar isso me fez pensar o tanto que é importante ser solteiro, o quanto é importante não ficar procurando a pessoa ideal, mas simplesmente viver a vida, atingir suas metas e, se alguém especial aparecer na sua vida e essa pessoa não quiser ficar, não sofrer por amor além da conta.

Poxa, pessoas vêm e vão e isso é triste, mas não deixe que isso seja motivo pra você deixar de viver, deixar de completar seus objetivos porque você planejou um futuro A. Tenha um futuro B em mente… É triste demais dizer isso, mas estamos sozinhos. Não vai ter ninguém pra viver por você, mas pode ter alguém pra viver com você ou não. Não dependa de relacionamentos, seja seu primeiro amor, complete-se, ame-se.

E se você aí que está lendo teve a sorte de encontrar alguém especial pra caminhar do seu lado, seja feliz. Mas se você não encontrou ninguém ainda, ou encontrou e não deu certo, continue caminhando. Essa é a importância de ser solteiro (a). Aprender que somos todos inteiros e que as pessoas especiais que encontramos no caminho fazem com que a gente transborde, não seja completo.

Aproveitem o chá,

Alice.

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“Everything has to come to an end, sometime”

Por meses eu prometi a mim mesma que voltaria a escrever como antes. Bom, acho que voltar à ativa não é tão simples assim. Cá estou eu: sem inspiração, falando um monte de baboseiras sobre nada. Queiram ou não acreditar, mas eu já quis escrever um livro e já comecei um. Nunca terminei. Posso fazer uma lista de coisas que já comecei e nunca terminei… Aulas de canto, aulas de violão, ler Os Miseráveis, escrever um livro (de novo, porque sim), escrever um diário, etc.

Como podem ver, não sou a melhor pessoa pra concluir coisas, mas quer saber? Eu acredito que eu seja a melhor em começar. Posso não ter terminado as aulas de canto ou violão, mas pode ter sido apenas porque percebi que não eu não tinha potencial nenhum no que estava fazendo. E sim, eu posso nunca ter terminado de ler Os Miseráveis, mas e daí? Existem livros melhores nas bibliotecas da vida. Talvez eu nunca tenha conseguido terminar de escrever meu livro, mas talvez também seja porque não era hora, talvez seja porque ainda eu tenha muito tempo e muito a viver.

Então, se você é um quitter (desistente) como eu, não se desespere.
Há coisas na vida que são melhores sem uma conclusão porque talvez a conclusão acabasse com toda a emoção que foi a jornada nessa montanha russa que é a vida.

Pois é, queridos teacups, a vida é uma caixinha de surpresas.

Nunca desistam. Mesmo que fique difícil, complicado e chato seguir em frente.
Às vezes tudo que é necessário na vida é o tempo. O tempo cura, motiva, reaviva emoções. Pode não der dado certo agora ou você pode ter desistido no meio do caminho sem saber se daria certo ou não, mas quem sabe em cinco anos não acabe dando tudo certo?

Basta ter fé, confiança e um pouquinho de pó mágico.
Aproveitem o chá,

Alice.

*Citação do título pertence à: L. Frank Baum, The Marvelous Land of Oz*

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Sobre encantar pessoas

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No último domingo encontrei o amor. E ele estava preparando as malas para abandonar o país e viver aventuras em terras distantes. Antes de ir, sem promessas ou palavras vazias, ele me presenteou com algo que me tirou o fôlego por instantes. Após alguns beijos apaixonados, nos separamos para sempre. Mas apenas naquele “para sempre” que dura até o próximo encontro inesperado.
Agora tudo me lembra Amor. Obras de arte. Literatura. Capuccino italiano. Parques. Bicicletas. Música.
Todos os meus amigos dizem “eu avisei” quando me lamento que podia ter passado um ano inteiro conhecendo Amor, mas só me permiti isso quando ele precisava ir embora. No entanto, sou do tipo de pessoa que acredita que as coisas têm um tempo certo para acontecer.
Mas Amor não é o ponto principal aqui. Amor é só meu e pertence apenas aos meus cadernos secretos. Amor não é a pessoa em si, mas a imagem e a sensação de amor que me trouxe. Não escrevo sobre ele de forma possessiva, nós não possuímos ninguém, o que eu tenho, é na verdade, o tempo que ele me deu e os momentos que jamais esquecerei. Ele me encantou. E me fez olhar pra mim mesma de uma forma diferente.
Eu podia ter passado um ano inteiro conhecendo Amor, mas por não acreditar que Amor me daria amor, fui adiando. O que ele poderia querer comigo, além de café e livros?
Conversando com ele pude notar a forma que ele me enxerga e gostei disso. Imaginar que sou algo tão bom para alguém que mal me conhece, me fez amar quem eu sou um pouco mais.

Talvez nós nos encontremos em alguns anos ou dentro de três meses, quem pode saber? O que importa de verdade é o que guardamos sobre cada pessoa que passa por nossas vidas. Amor me deu histórias, e várias delas ainda estão por vir.

Sinto muito pelo post estar em data e horário errados, essa coisa de compromisso ainda é nova pra mim, mas vou melhorar nisso.

Beijos da tardis

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